segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Interacção Homem-Máquina





Figura 1 – Interação Homem-Máquina Ser Humano-Computador

Uma das metas do IHC desenvolver sistemas seguros e funcionais como:
 “produzir ou aperfeiçoar a segurança, a utilidade, a efetividade, a eficiência e a usabilidade de sistemas que incluem computadores.” (Interacting with computers, 1989), onde:

“Sistema” deriva da teoria de sistemas e se refere não somente a hardware e software mas ao ambiente inteiro - seja ele uma organização de pessoas trabalhando, em casa ou em propósitos de lazer - que usa ou é afetado pela tecnologia computacional em questão;

“Utilidade” se refere à funcionalidade do sistema ou, em outras palavras, às coisas que ele consegue fazer;

Melhorar “efetividade” e “eficiência” são objetivos evidentes;

A segurança em sistemas computacionais assume proporções enormes em sistemas do tipo life-critical;



Usabilidade é um conceito crucial em IHC, e se preocupa em tornar os sistemas fáceis de aprender e usar.”( Garcia, 2003, p.4)

O Ser Humano no seu Processo Cognitivo e o Avanço das Tecnologias




             As grandes revoluções da era moderna mudaram a concepção que temos de nós mesmos, das nossas relações sociais, e da nossa relação com o mundo que nos rodeia. Actualmente é possível que nos encontremos numa nova era de mudança, revolução paradigmática provocada pelos rápidos desenvolvimentos das ciências cognitivas. As revoluções referidas anteriormente tendem a aproximar o ser humano dos demais seres vivos da Terra e que podem desaparecer substancialmente dando origem a uma nova espécie.
            O ser humano não é mais que um é mais que um ser vivo como tantos outros, no entanto possui um cérebro muito desenvolvido, dotado de senso comum e presente no processo cognitivo. Este processo consiste no acto de conhecer, incluindo a atenção percepção, memoria, raciocínio, juízo , imaginação, discurso.
             O avanço tecnológico também levou ao crescimento do ser humano, na medida em que permitiu conhecer melhor as suas necessidades e satisfazer-las, uma dos desafios da Interacção Homem-Máquina consiste em se manter ao dia nos avanços tecnológicos e em assegurar que eles sejam aproveitados para levar ao benefício humano máximo.
              Assim, este trabalho pretende aprofundar o conceito de Interacção Homem-Máquina demonstrando aspectos tecnológicos e humanos, evidenciar os seus objectivos ,nomeadamente a interface e alguns dos seus exemplos.

domingo, 29 de dezembro de 2013

Aqui se encontra uma notícia escrita por Adeline Gil, coordenadora e professora do curso de Design Digital do Centro Universitário de Araraquara - Uniara. Esta notícia explicita o quanto as máquinas estão presentes na vida das pessoas e facilidade de interface.

A interação entre o homem e a máquina


A modernidade exige cada vez mais tecnologia e, com isso, a relação entre o homem e a máquina se torna indispensável nos dias de hoje. Como exemplo, é possível citar essa interação nos carros modernos, em que o usuário até “conversa” com os dispositivos do veículo. Essa relação está em constante atualização e com isso surgem algumas dificuldades, como explica a coordenadora e professora do curso de Design Digital do Centro Universitário de Araraquara – Uniara, Adeline Gil, que cita o design de interface e de interação para ajudar na resolução desse inconveniente.
“As máquinas estão presentes na vida das pessoas, porém ainda existe uma dificuldade das equipes multidisciplinares em entender as necessidades do usuário e realizar um design centrado no usuário”, esclarece.
Ela explica que, de um modo geral, interface é aquilo que se coloca entre dois ou mais sistemas, traduzindo informações entre eles. “O designer desenvolve interfaces que colocam em comunicação sistemas humanos e sistemas não humanos (máquinas). Todos os produtos com os quais temos contato possuem uma interface para tornar possível sua interação, para a realização de tarefas”, diz.
Porém, de acordo com a docente, não é só isso. “Também envolve as qualidades físicas do produto e o que pode ser realizado a partir daquela interface. Por exemplo: um carro precisa ser desenvolvido por uma equipe multidisciplinar, envolvendo, entre outros profissionais, engenheiros e designers, pois não basta que o sistema carro funcione bem. Ele precisa ter uma performance de interface com o usuário que vai utilizá-lo, um conjunto de componentes que facilitarão a troca de informações entre o humano e a máquina, tornando aquela experiência mais intuitiva. Dessa forma, entramos em contato com o sistema de forma física, perceptiva e conceitual”, detalha.
Entre outros exemplos, Adeline cita as interfaces dos telefones celulares, de caixas eletrônicos e de muitos outros produtos e serviços comuns do dia a dia. “Esse conceito acaba se estendendo a produtos que não envolvem a tecnologia digital. Desde os primórdios, quando o homem começou a criar ferramentas, já estava inventando interfaces para realizar tarefas com mais facilidade”, comenta.
Para que seja eficaz, como ressalta a coordenadora, uma boa interface é quase imperceptível, de tão intuitiva e funcional. “Se ela exige que o usuário se adapte às linguagens da máquina, e não o contrário, o indivíduo terá uma experiência ruim. É por isso que muitas pessoas ainda têm dificuldade de interagir com o mundo digital, mas com o avanço do campo do design de interação, a tendência é que essa conexão se dê de forma mais natural. Afinal, até mesmo os sistemas ditos ‘não humanos’ são produtos da criação humana, são extensões do homem”, observa.
O senso crítico e a criatividade são peças-chave na produção de interfaces. “O futuro profissional de Design Digital torna-se capaz de entender as necessidades de comunicação em um determinado projeto, as restrições e as potencialidades do meio digital e, a partir daí, cria interfaces para os mais diversos fins. Dessa forma, poderá atuar em parceria com profissionais de todas as áreas, sempre priorizando a experiência ideal do usuário”, aponta Adeline, que salienta a infinitude do design, “pois criar coisas novas é inerente à condição humana, sendo que, nesse sentido, ele tem feito diferença nas áreas da saúde, educação, nas questões ambientais, nas relações sociais e culturais, enfim, em todos os campos do conhecimento”.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Vídeo demonstrativo




Com esta primeira publicação, pretendemos demonstrar algumas das novas formas de interação Homem-Máquina que estão em desenvolvimento.
Este vídeo demonstra aplicações tecnológicas em alguns dispositivos usuais de qualquer casa que permitem facilitar alguns processos.